Arlon de Serra Grande

Language student, portuguese teacher and amateur writer from Brazil.

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  • @helenfernanda @Cochise Não diria que é um falso cognato, mas aparentemente, ao menos na raíz inglesa, o sentido era mais amplo (na teoria de mídia do Marshall McLuhan, carro era um “medium”), enquanto que em português brasileiro ficou mais restrito aos meios de comunicação.

    Off: acho muito interessante que “mídia” é a importação de “media”, plural de “medium”, que seria “veículo” ou ”meio” em português. Ou seja, era uma palavra masculina plural que foi importada para o português como feminina e singular. Uma verdadeira loucura linguística.
















  • @YaxPasaj @PiraHxCx

    Normal, é assim em qualquer lugar

    E em qualquer língua. Estou estudando francês, e há expressões que, apesar de entender, eu não sei como traduzir em português. Isso até a nível gramatical. Acho que as expressões publicadas pelo OP, por mais que façam parte do vocabulário brasileiro, devem ter um relativo em língua estrangeira.

    De qualquer forma, que nem sugeriu o @yuribravos certa vez, por que não utilizar expressões em português brasileiro mesmo falando línguas estrangeiras? Afinal, a gente fala mise en place, network e tutti frutti, sem nem pensar que são expressões estrangeiras. O mundo também precisa de um pouco de português hehe






  • @nossaquesapao Tenho pensado ultimamente a respeito da diferença entre paz e tédio.

    Lembro de um meme que dizia

    Talvez o tédio pelo qual eu esteja passando seja a paz que eu sempre quis.

    Na maior parte do tempo estamos buscando nos ocupar com alguma coisa ― isso quando não somos tragados pela ocupação.

    Acho que parte da possibilidade de retardar o tempo está, sim, em curtir o tédio ― como é o caso do aluninho da sua anedota; mas a maior parte, creio eu, esteja em aprender a buscar e cultivar a paz e a tranquilidade.

    Ultimamente eu tenho dado algum valor a essas palavras que parecem tão banais, seja por conta da repetição no senso comum, seja por conta da publicidade. Mas penso que a paz, quando identificada e aproveitada, pode mudar totalmente a abordagem que alguém toma da vida.