• MeowerMisfit817@lemmy.worlddeleted by creatorOP
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      4 months ago

      Eu fiquei trntando pesquisar “Ed Edd n Eddy movie title portuguese” ou “filme de du dudu e edu” (nao apareceu nada)

          • T4V0@lemmy.pt
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            4 months ago

            Ah, tá explicado, basicamente o único que tem pesquisa pronta pra português brasileiro é o google msm, o restante ainda é muito centrado no inglês. Deve ter alguma configuração que ajeite isso, apesar de não recomendar o brave.

              • T4V0@lemmy.pt
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                4 months ago

                Bom saber, tenho como o meu principal, mas pra coisas em inglês. Apesar que algumas pessoas não gostam por usar o Bing por baixo.

                • nossaquesapao@lemmy.eco.brM
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                  4 months ago

                  Apesar que algumas pessoas não gostam por usar o Bing por baixo.

                  Em termos de resultado, ele é bom, perde quase nada (com a google piorando os resultados, não duvido que já esteja melhor pra alguns temas). Em termos de ainda beneficiar uma big tech, infelizmente é o que temos pra hoje, e é menos pior do que google

              • T4V0@lemmy.pt
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                4 months ago

                Alguns pontos:

                1. O CEO fundador do Brave foi o antigo CEO expulso da Mozilla — organização responsável pelo navegador Firefox — por ter apoiado financeiramente proposições contrárias ao casamento homoafetivo. Ele fez uma doação de 1k em dólares para o lobby anti-gay;
                2. No passado injetou propagandas monetizadas por eles no lugar dos banners de sites visitados, ou seja, eles ganham dinheiro no lugar do site visitado;
                3. Tinham preferência no motor de pesquisa pelo clone do Wikipedia criado por alguém de extrema direita;
                4. Solicitaram doações por meio de celebridades e influencers, porém sem permissão de uso de imagem deles;
                5. Injetaram códigos de afiliação próprio em vários sites que o usuário navegava;
                6. Injetaram propagandas no fundo da homepage dos usuários, sem aviso e consentimento, embolsando o dinheiro;
                7. Instalaram um serviço pago de VPN, sem o consentimento dos usuários;
                8. Uma lista completa disso no reddit, mas o restante basicamente explica que em questões de privacidade não são muito “privados”.

                Recomendaria o Firefox mesmo ou os seus derivados como LibreWolf, apesar que não conheço os outros derivados tão bem assim, e também o ungoogled chromium.

                Outros navegadores de interesse no futuro são o Servo e o Ladybird, ambos sustentados por organizações sem fins lucrativos. No entanto ainda são altamente experimentais.

                Edit: esqueci de mencionar, o dev principal do Ladybird tbm têm alguns problemas relacionados a extrema direita, por isso é bom observar de perto, se tiver interesse.

                  • T4V0@lemmy.pt
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                    4 months ago

                    No caso não foi o dev né? kkkk. Na época era o CTO, e saiu CEO. Alguém com poder real de decisão, até na contratação e demissão de novas pessoas. Imagina se, por exemplo, ele deixou de contratar ou demitiu pessoas pela orientação sexual delas. Pode até não ser crime lá, mas aqui é.

                    E eu pensava assim também, até perceber que faz parte do argumento do bar nazista: se permitir apenas um cliente nazista, seu bar é nazista. Se deixar qualquer pessoa se manifestar desse modo, sem nenhuma consequência perante a sociedade, é o mesmo que admitir que é permitido.

                    E além disso, a obra já mostra qual é o seu propósito, assim como a Google, busca transformar seu cliente em um produto, por isso o Brave não me interessa. O Firefox+uBlock origin já satisfaz as minhas necessidades, pelo menos em privacidade e como bloqueador de propagandas. Ao menos em uma primeira instância, eles não tem motivação para monetizar a todo custo.

                    Obs: posso ter me confudido, quando falou de dev kk, como falei tanto do atual CEO do Brave quanto do dev principal do Ladybird. O primeiro parágrafo é sobre o CEO do Brave.