Ah, tá explicado, basicamente o único que tem pesquisa pronta pra português brasileiro é o google msm, o restante ainda é muito centrado no inglês. Deve ter alguma configuração que ajeite isso, apesar de não recomendar o brave.
Apesar que algumas pessoas não gostam por usar o Bing por baixo.
Em termos de resultado, ele é bom, perde quase nada (com a google piorando os resultados, não duvido que já esteja melhor pra alguns temas). Em termos de ainda beneficiar uma big tech, infelizmente é o que temos pra hoje, e é menos pior do que google
O CEO fundador do Brave foi o antigo CEO expulso da Mozilla — organização responsável pelo navegador Firefox — por ter apoiado financeiramente proposições contrárias ao casamento homoafetivo. Ele fez uma doação de 1k em dólares para o lobby anti-gay;
No passado injetou propagandas monetizadas por eles no lugar dos banners de sites visitados, ou seja, eles ganham dinheiro no lugar do site visitado;
Tinham preferência no motor de pesquisa pelo clone do Wikipedia criado por alguém de extrema direita;
Solicitaram doações por meio de celebridades e influencers, porém sem permissão de uso de imagem deles;
Injetaram códigos de afiliação próprio em vários sites que o usuário navegava;
Injetaram propagandas no fundo da homepage dos usuários, sem aviso e consentimento, embolsando o dinheiro;
Instalaram um serviço pago de VPN, sem o consentimento dos usuários;
Recomendaria o Firefox mesmo ou os seus derivados como LibreWolf, apesar que não conheço os outros derivados tão bem assim, e também o ungoogled chromium.
Outros navegadores de interesse no futuro são o Servo e o Ladybird, ambos sustentados por organizações sem fins lucrativos. No entanto ainda são altamente experimentais.
Edit: esqueci de mencionar, o dev principal do Ladybird tbm têm alguns problemas relacionados a extrema direita, por isso é bom observar de perto, se tiver interesse.
No caso não foi o dev né? kkkk. Na época era o CTO, e saiu CEO. Alguém com poder real de decisão, até na contratação e demissão de novas pessoas. Imagina se, por exemplo, ele deixou de contratar ou demitiu pessoas pela orientação sexual delas. Pode até não ser crime lá, mas aqui é.
E eu pensava assim também, até perceber que faz parte do argumento do bar nazista: se permitir apenas um cliente nazista, seu bar é nazista. Se deixar qualquer pessoa se manifestar desse modo, sem nenhuma consequência perante a sociedade, é o mesmo que admitir que é permitido.
E além disso, a obra já mostra qual é o seu propósito, assim como a Google, busca transformar seu cliente em um produto, por isso o Brave não me interessa. O Firefox+uBlock origin já satisfaz as minhas necessidades, pelo menos em privacidade e como bloqueador de propagandas. Ao menos em uma primeira instância, eles não tem motivação para monetizar a todo custo.
Obs: posso ter me confudido, quando falou de dev kk, como falei tanto do atual CEO do Brave quanto do dev principal do Ladybird. O primeiro parágrafo é sobre o CEO do Brave.
Entendi, então é mais provável que ungoogled chromium seja compatível com essa ferramenta, mas não conheço ela pessoalmente. Não julgo se usar o Brave, só não recomendo pelos motivos que comentei.
Pesquisou aonde? E com google não use preposições, a ideia é usar apenas os termos principais ou iguais.
Brave.
Ah, tá explicado, basicamente o único que tem pesquisa pronta pra português brasileiro é o google msm, o restante ainda é muito centrado no inglês. Deve ter alguma configuração que ajeite isso, apesar de não recomendar o brave.
O duckduckgo funciona bem em português também
Bom saber, tenho como o meu principal, mas pra coisas em inglês. Apesar que algumas pessoas não gostam por usar o Bing por baixo.
Em termos de resultado, ele é bom, perde quase nada (com a google piorando os resultados, não duvido que já esteja melhor pra alguns temas). Em termos de ainda beneficiar uma big tech, infelizmente é o que temos pra hoje, e é menos pior do que google
Por que não recomenda o Brave?
Alguns pontos:
Recomendaria o Firefox mesmo ou os seus derivados como LibreWolf, apesar que não conheço os outros derivados tão bem assim, e também o ungoogled chromium.
Outros navegadores de interesse no futuro são o Servo e o Ladybird, ambos sustentados por organizações sem fins lucrativos. No entanto ainda são altamente experimentais.
Edit: esqueci de mencionar, o dev principal do Ladybird tbm têm alguns problemas relacionados a extrema direita, por isso é bom observar de perto, se tiver interesse.
Eu não me importo tanto com isso de “o dev fez isso”, sabe, acho bom separar o autor da obra.
No caso não foi o dev né? kkkk. Na época era o CTO, e saiu CEO. Alguém com poder real de decisão, até na contratação e demissão de novas pessoas. Imagina se, por exemplo, ele deixou de contratar ou demitiu pessoas pela orientação sexual delas. Pode até não ser crime lá, mas aqui é.
E eu pensava assim também, até perceber que faz parte do argumento do bar nazista: se permitir apenas um cliente nazista, seu bar é nazista. Se deixar qualquer pessoa se manifestar desse modo, sem nenhuma consequência perante a sociedade, é o mesmo que admitir que é permitido.
E além disso, a obra já mostra qual é o seu propósito, assim como a Google, busca transformar seu cliente em um produto, por isso o Brave não me interessa. O Firefox+uBlock origin já satisfaz as minhas necessidades, pelo menos em privacidade e como bloqueador de propagandas. Ao menos em uma primeira instância, eles não tem motivação para monetizar a todo custo.
Obs: posso ter me confudido, quando falou de dev kk, como falei tanto do atual CEO do Brave quanto do dev principal do Ladybird. O primeiro parágrafo é sobre o CEO do Brave.
Eu só uso o brave pra coisas bem menores, tipo perchance.org, meu navegador principal é o IronFox.
Entendi, então é mais provável que ungoogled chromium seja compatível com essa ferramenta, mas não conheço ela pessoalmente. Não julgo se usar o Brave, só não recomendo pelos motivos que comentei.