• T4V0@lemmy.pt
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    4 months ago

    Ah, tá explicado, basicamente o único que tem pesquisa pronta pra português brasileiro é o google msm, o restante ainda é muito centrado no inglês. Deve ter alguma configuração que ajeite isso, apesar de não recomendar o brave.

      • T4V0@lemmy.pt
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        4 months ago

        Bom saber, tenho como o meu principal, mas pra coisas em inglês. Apesar que algumas pessoas não gostam por usar o Bing por baixo.

        • nossaquesapao@lemmy.eco.brM
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          4 months ago

          Apesar que algumas pessoas não gostam por usar o Bing por baixo.

          Em termos de resultado, ele é bom, perde quase nada (com a google piorando os resultados, não duvido que já esteja melhor pra alguns temas). Em termos de ainda beneficiar uma big tech, infelizmente é o que temos pra hoje, e é menos pior do que google

      • T4V0@lemmy.pt
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        4 months ago

        Alguns pontos:

        1. O CEO fundador do Brave foi o antigo CEO expulso da Mozilla — organização responsável pelo navegador Firefox — por ter apoiado financeiramente proposições contrárias ao casamento homoafetivo. Ele fez uma doação de 1k em dólares para o lobby anti-gay;
        2. No passado injetou propagandas monetizadas por eles no lugar dos banners de sites visitados, ou seja, eles ganham dinheiro no lugar do site visitado;
        3. Tinham preferência no motor de pesquisa pelo clone do Wikipedia criado por alguém de extrema direita;
        4. Solicitaram doações por meio de celebridades e influencers, porém sem permissão de uso de imagem deles;
        5. Injetaram códigos de afiliação próprio em vários sites que o usuário navegava;
        6. Injetaram propagandas no fundo da homepage dos usuários, sem aviso e consentimento, embolsando o dinheiro;
        7. Instalaram um serviço pago de VPN, sem o consentimento dos usuários;
        8. Uma lista completa disso no reddit, mas o restante basicamente explica que em questões de privacidade não são muito “privados”.

        Recomendaria o Firefox mesmo ou os seus derivados como LibreWolf, apesar que não conheço os outros derivados tão bem assim, e também o ungoogled chromium.

        Outros navegadores de interesse no futuro são o Servo e o Ladybird, ambos sustentados por organizações sem fins lucrativos. No entanto ainda são altamente experimentais.

        Edit: esqueci de mencionar, o dev principal do Ladybird tbm têm alguns problemas relacionados a extrema direita, por isso é bom observar de perto, se tiver interesse.

          • T4V0@lemmy.pt
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            edit-2
            4 months ago

            No caso não foi o dev né? kkkk. Na época era o CTO, e saiu CEO. Alguém com poder real de decisão, até na contratação e demissão de novas pessoas. Imagina se, por exemplo, ele deixou de contratar ou demitiu pessoas pela orientação sexual delas. Pode até não ser crime lá, mas aqui é.

            E eu pensava assim também, até perceber que faz parte do argumento do bar nazista: se permitir apenas um cliente nazista, seu bar é nazista. Se deixar qualquer pessoa se manifestar desse modo, sem nenhuma consequência perante a sociedade, é o mesmo que admitir que é permitido.

            E além disso, a obra já mostra qual é o seu propósito, assim como a Google, busca transformar seu cliente em um produto, por isso o Brave não me interessa. O Firefox+uBlock origin já satisfaz as minhas necessidades, pelo menos em privacidade e como bloqueador de propagandas. Ao menos em uma primeira instância, eles não tem motivação para monetizar a todo custo.

            Obs: posso ter me confudido, quando falou de dev kk, como falei tanto do atual CEO do Brave quanto do dev principal do Ladybird. O primeiro parágrafo é sobre o CEO do Brave.