Plano do governo prevê que equipamento no Rio Grande do Norte comece a operar em 2027. Iniciativa com foco em inteligência artificial também prevê instalação de outra máquina no Rio de Janeiro em parceria com empresas chinesas.
Os impactos ambientais variam muito, e a matéria é bastante vaga. É difícil fazer qualquer estimativa sem conhecer exatamente o hardware que será implantado. Porém, me parece que é mais um projeto de HPC, mas com marketing focano IA pra sair na mídia. Já temos HPCs em vários locais no Brasil, inclusive universidades, e costuma ser hardware “modesto”, sem grandes impactos ambientais, em comparação.
Uma coisa que ajuda no nosso modelo é que esses sistemas são meio que distribuídos (mais ou menos cada grupo de pesquisa ou conjunto de projetos tem seu hardware) e usados pra atividades úteis (pesquisa, meteorologia, etc), então não se tem grandes complexidades em demanda energética ou dissipação de calor, ao contrário dos sistemas megalomaníacos das grandes empresas dos eua, que acham que criarão um sistema capaz de fazer tudo, usando todos os dados possíveis.
Uma iniciativa bem melhor do que entregar as terras do país para fazerem datacenters que processam dados de outros países.
Alguém sabe se existem impactos negativos desses supercomputadores da mesma forma que há nos datacenters?
Os impactos ambientais variam muito, e a matéria é bastante vaga. É difícil fazer qualquer estimativa sem conhecer exatamente o hardware que será implantado. Porém, me parece que é mais um projeto de HPC, mas com marketing focano IA pra sair na mídia. Já temos HPCs em vários locais no Brasil, inclusive universidades, e costuma ser hardware “modesto”, sem grandes impactos ambientais, em comparação.
Uma coisa que ajuda no nosso modelo é que esses sistemas são meio que distribuídos (mais ou menos cada grupo de pesquisa ou conjunto de projetos tem seu hardware) e usados pra atividades úteis (pesquisa, meteorologia, etc), então não se tem grandes complexidades em demanda energética ou dissipação de calor, ao contrário dos sistemas megalomaníacos das grandes empresas dos eua, que acham que criarão um sistema capaz de fazer tudo, usando todos os dados possíveis.