Um projeto realizado pela bióloga Giovana Cavenaghi Guimarães, doutoranda da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de São José do Rio Preto (SP), aponta que o cultivo de sementes capazes de resistir ao fogo pode ser uma estratégia promissora e econômica para restaurar áreas devastadas por incêndios.
O estudo inicialmente foca em cinco espécies de sementes nativas do Cerrado brasileiro, como jatobá (Hymenaea courbaril), amendoim-bravo (Pterogyne nitens), mulungu (Erythrina mulungu) e canafístula (Peltophorum dubium), que possuem mecanismos naturais de adaptação ao calor extremo.
Segundo Giovana, essas plantas sobrevivem em condições adversas, como as altas temperaturas ocasionadas pelas queimadas, tornando suas sementes ideais para a recuperação ambiental após um incêndio. Essas espécies também apresentam maior capacidade de germinação, onde, em média, 99% das sementes evoluem para árvores
arquivado (Wayback Machine)
Muito bom. O fogo no Cerrado estava em exposição no Museu do Amanhã quando eu fui. O futuro das matas brasileiras é um assunto muito importante.



