

Search enough and you’ll discover that every company on the planet has some shady stuff in the closet.
Best we can do is support the small, more ethical, companies and exploit to our best the others.
European guy, weird by default.
You dislike what I say, great. Makes the world a more interesting of a place. But try to disagree with me beyond a downvote. Argue your point. Let’s see if we can reach a consensus between our positions.


Search enough and you’ll discover that every company on the planet has some shady stuff in the closet.
Best we can do is support the small, more ethical, companies and exploit to our best the others.


É cumprido na mesma medida que todos os outros, com as devidas ingerências, incompetências e desinteresse e corrupção dos agentes a quem são confiadas funções públicas, adicionadas ao sistema que predicam.
Sabe-se perfeitamente que a habitação está a atravessar (mais) um período negro, com rendimentos a decair, mas quem pode denunciar não o faz e opta por consentir, directa ou indirectamente, porque acredita (abomino este verbo) que não pode fazer nada para inverter a situação.
Proprietários que exigem rendas astronónicas por casas sem condições, com cauções e pagamentos adiantados ilegais, alugam sem contrato, etc, são pura e simplesmente criminosos, em nada diferentes daqueles a que queres negar um direito constitucional e naturalmente concedido e reconhecido a qualquer ser humano.
Vamos começar por arrestar a propriedade a esses criminosos e atirá-los para a rua?
Pela tua lógica, o que enunciei é legítimo.


Remeto-me ao Art. 65 da CRP para contrapor à primeira parte da resposta.
Vinculámos-nos enquanto povo a fazer por garantir habitação condigna a todos, sem restrição.
Quanto aos padrões de qualidade de habitação social que referia: conheci algumas casas que fizeram parte de bairros sociais e posso dizer com algum grau de confiança, que mesmo dando desconto da época de construção, eram casas muito melhores que outras que não tinham sido construídas com o mesmo objectivo.
Chelas, Olivais, Ameixoeira, Pontinha, tudo zonas com habitação social. Casas normalmente melhor planeadas e edificadas que a maioria dos edifícios da época, alugadas por uns quantos anos e vendidas depois ao preço da chuva. Não foram nem uma nem duas as histórias que ouvi de pessoas que conseguiram o aluguer por tostões, alguns até falseando rendimentos e vulnerabilidade social ou pagando luvas, para depois comprarem essas mesmas casas aos municípios à primeira oportunidade a preço de saldo, porque já eram inquilinos e residentes. E falamos de casas com 3 ou 4 quartos e duas casas de banho completas, coisa que não se vulgarizou com facilidade.


Devo entender então que é preferível marginalizar ainda mais uma faixa de população, já de si exposta?
Argumentar que pagamos todos não leva a lado nenhum a argumentação: pagamos todos muita coisa de que nunca beneficiamos - ou temos a esperança de não beneficiar - porque esses sistemas de segurança eliminaram muita miséria quando foram estabelecidos.
É bem pior ser construída habitação social, normalmente com padrões de qualidade elevadíssimos, que depois é vendida por tostões, após alguns anos de aluguer. Aí é que há, efectivamente, perda colectiva.
Agora negar abrigo a quem dele precisa? É glorioso ver gente a dormir nas ruas. É assim que a sociedade acerta contas com quem quebra as regras. Ou é para isso que serve o sistema judicial e penal?


Políticos e fraldas devem ser mudados frequentemente e pelas mesmas razões.
Ao que sei, a lei actualmente em vigor é muito protectora dos inquilinos.
E existe o princípio da protecção ao indivíduo; há-de ser interessante ler a argumentação de requerimento de despejo a alguém, argumentando que o indivíduo X cometeu determinados actos, pelos quais foi judicialmente punido.
Só porque se cometeu um crime não se tem direito a habitação? Está rica, a ideia.
One way or another, we need to live. And it is impossible, for all practical purposes, to produce everything we need to lead a well balanced and reasonable life.
It holds a degree of validity, but like all absolutes, it leaves out everything between complete lack and total abuse.