O problema de falar do jeito que falo e, principalmente, escrever do jeito que escrevo, é que é complicado conseguir interagir no Fediverso, especialmente na parte anglófona, diante de um momento atual de mundo pós-ChatGPT, sem acabar parecendo ou soando como IA ou, diante da minha relativa dificuldade/demora em pegar “social tells” mas relativa facilidade em expressar e conectar ideias aleatórias (suspeito que tenho AuDHD, embora nunca fui diagnosticado como tal), acabar tecendo um texto demasiadamente denso que torna difícil a compreensão.
As pessoas podem acabar achando (ao menos um lado de mim me julga assim, o meu superego freudiano) que estou querendo “me aparecer” ou querendo “soar superior”, mas não é isso, não sou melhor que ninguém, é literalmente a forma caótica como meu cérebro teima em verbalizar ao mesmo tempo em que tenta se auto-policiar (igual àquele meme do Spiderman apontando pra uma cópia de si mesmo) e evitar uso exagerado de linguagem muito formal e/ou jargão técnico de nerd em contextos como o que estamos.
E nessa guerra mental interna minha, me vejo reescrevendo o texto e podendo levar horas ou literais dias pra conseguir chegar à forma definitiva de um único texto/mensagem/resposta (como meta-referência, algo que ocorreu enquanto escrevi essa resposta e demais respostas nesse fio), enquanto minha expressão quase sempre vira, no final das contas, essa sopa de internetês, legalês, tecniquês e mistiquês.
Quando eu crescer eu quero falar português como você. Aodorei a mesóclise btw.
Hahaha, valeu!
O problema de falar do jeito que falo e, principalmente, escrever do jeito que escrevo, é que é complicado conseguir interagir no Fediverso, especialmente na parte anglófona, diante de um momento atual de mundo pós-ChatGPT, sem acabar parecendo ou soando como IA ou, diante da minha relativa dificuldade/demora em pegar “social tells” mas relativa facilidade em expressar e conectar ideias aleatórias (suspeito que tenho AuDHD, embora nunca fui diagnosticado como tal), acabar tecendo um texto demasiadamente denso que torna difícil a compreensão.
As pessoas podem acabar achando (ao menos um lado de mim me julga assim, o meu superego freudiano) que estou querendo “me aparecer” ou querendo “soar superior”, mas não é isso, não sou melhor que ninguém, é literalmente a forma caótica como meu cérebro teima em verbalizar ao mesmo tempo em que tenta se auto-policiar (igual àquele meme do Spiderman apontando pra uma cópia de si mesmo) e evitar uso exagerado de linguagem muito formal e/ou jargão técnico de nerd em contextos como o que estamos.
E nessa guerra mental interna minha, me vejo reescrevendo o texto e podendo levar horas ou literais dias pra conseguir chegar à forma definitiva de um único texto/mensagem/resposta (como meta-referência, algo que ocorreu enquanto escrevi essa resposta e demais respostas nesse fio), enquanto minha expressão quase sempre vira, no final das contas, essa sopa de internetês, legalês, tecniquês e mistiquês.
!arte@lemmy.eco.br