O mais recente surto de ebola infectou mais de 1.750 pessoas e matou 600 na República Democrática do Congo
“Eles me agarraram por trás e começaram a me socar, a me bater com pás e facões”, diz Daniel Uyirwoth Welo, um dos quatro voluntários da Cruz Vermelha feridos quando uma multidão tentou abrir um caixão que continha o corpo de uma pessoa que havia morrido de ebola.
O jovem de 27 anos e seus colegas tentavam realizar um enterro seguro em um cemitério em Bunia, no leste da República Democrática do Congo, no mês passado, quando foram atacados. O ataque foi motivado por boatos — que circulavam localmente e online — de que o caixão estava vazio.
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